quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Féééérias!!!!

Amigos queridos, vou ficar uns dias fora do ar (ou, dependendo do ponto de vista, "nas nuvens" hehehehe) e volto logo, tá? Prometo muitas resenhas legais de restaurantes e lugares! Aqui, sublinhado em azul, nosso roteiro de férias (os pontos verde são onde vamos nos hospedar). Em tempo, não deixem de passar por aqui, prometo atualizar. Beijos e beijos!


sábado, 12 de novembro de 2011

Vi na tv...

Olha, eu acho originalidade o prato principal de qualquer refeição. Há uma diferença entre você servir uma galinhada, por exemplo, em uma panela no meio da mesa e servi-la em duas colheradas num prato fundo, salteada de cheiro verde picadinho e um pedaço de pimenta vermelha! Apresentar a comida é importante, porque come-se primeiro com os olhos, como dizem! Já que eu estou sempre preparando os quitutes, como primeiro com o cheiro mesmo... mas gosto que as pessoas elogiem uma mesa bem posta, sobretudo aqui em casa.


Essa semana vi na tv, naquele programa da loura e do papagaio, umas dicas bem legais para a mesa de café da manhã e daí reproduzi aqui em casa, para esperar o marido que ia chegar para o petit déjeneur. A mesa completa ficou assim:
Pãezinhos de queijo, cenoura e batata para acompanhar o patê de frango (feito por mim, sem maionese) e o cream cheese. Suco de laranja (indispensável num café da manhã de respeito). Mel. Mini-sanduíches de patê de frango e de peito de peru defumado. Frutas preferidas de todos aqui em casa: pera e ameixa.

Os detalhes que fizeram a diferença foram: ao invés de colocar o pão de forma na cestinha para fazer o sanduíche no prato, serve-se mini-sanduíches enroladinhos (feitos com patê e o pão de forma. E aí vai da criatividade, dá pra colocar também finíssimas fatias de queijo e presunto e servir os enroladinhos de misto-quente. Para colar a pontinha do pão, neste caso, usa-se manteiga). 




Para servir os patês, nada de potes ou petisqueiras. Aqui, o charme são as barquinhas de lombo canadense (que podem ser substituídas por outro embutido, mas cuidado: você deve escolher embutidos que não sejam de rodelas muito grandes, para não deixar deselegante):



Para quem não tem muita prática, as primeiras tentativas podem frustrar um pouco. Mas a perseverança é o primeiro nome da prática. Só consegue quem pratica, não é mesmo? Por isso, deixo aqui o vídeo do programa para seguirem corretamente o modo de fazer. Enjoy!

A todos, bon appétit!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Nhami, nhami, nh...oque!!!!!!!

Na sexta-feira a gente recebeu um casal muito especial para o jantar e resolvemos testar mais uma receita do Atala: o nhoque de batata com ragú de rabada. E eu não vou enganar ninguém por aqui: a elaboração desse prato demanda tempo, disposição e conhecimento do ponto de preparo de todos os ingredientes. Mas vale cada minuto dispensado à (árdua) tarefa.


Aqui, a receita de dar água na boca (uma sugestão é reservar ao menos 5 horas para o preparo da iguaria)!


Para a massa:
1,1kg de batatas
220g de farinha de trigo
20g de manteiga
40g de queijo parmesão ralado
1 ovo
2 gemas
sal
pimenta-do-reino

Para a rabada desfiada:
2,5kg de rabo de boi
100g de cebola
100g de cenoura
50g de salsão
50g de alho-poró
5 ramos de tomilho
5 ramos de alecrim
300ml de vinho branco

Para o molho de tomate:

250ml de caldo de rabada
180ml de molho de tomate
10ml de azeite de ervas
70ml de rôti
100g de tomate
50g de cebola
5g de ciboulette
pimenta-do-reino
sal
Tabasco

Preparo:
1. Cozinhe as batatas com casca por 20 minutos. Depois, leve ao forno a 200ºC, por 20 minutos, para que sequem. Descasque-as e passe-as no passador de legumes ainda quente. Espalhe a batata em um refratário e resfrie. Rale o quejio parmesão. Acrescente a farinha de trigo, reservando um pouco para polvilhar na massa, e os outros ingredientes até obter uma mistura macia e homogênea. Polvilhe a superfície de trabalho com farinha de trigo, divida a massa formando rolos com mais ou menos 1cm de espessura. Corte os nhoques (no nosso caso, temos uma maquininha para cortá-los, o que facilitou o trabalho por um lado, mas dificultou por outro: tivemos que guardar os nhoques na geladeira até o momento do cozimento e então eles grudaram um pouco. A dica é cortá-los no momento em que for cozinhar a massa). Cozinhe-os em água fervente até que subam à superfície, retire e resfrie em água com gelo. Reserve.



2. Corte o rabo do boi em pedaços de 5cm. Retire o excesso de gordura. Tempere-o com sal, pimenta-do-reino, alecrim e tomilho e leve ao forno por 40 minutos a 180ºC.  Descasque e corte os legumes em brunoise. Em uma panela, refogue os legumes até que fiquem dourados e, por último, acrescente o tomate. Adicione o rabo, coloque o vinho e deixe evaporar até a metade. Cubra com água e deixe cozinhar em fogo lento. Com uma escumadeira, vá retirando as impurezas.
Deixe cozinhar por 4h. Desfie e reserve.
Finalização: 
Faça um molho com metade da cebola em azeite, acrescente a rabada. Cozinhe até começar a grudar no fundo da panela, acrescente o azeite de ervas e deglaceie com o rôti. Acrescente o caldo de rabada e o molho de tomate, cozinhe em fogo baixo por 10 minutos Descasque os tomates e corte em concassé. Reserve. Descasque a cebola e pique-a bem fino. Reserve. Acrescente a cebola, os tomates e a ciboulette, tempere com sal, pimenta e finalize com o tabasco (opcional).
Junte o nhoque ao molho e sirva, acompanhado de fatias de pão, à italiana.

Como entrada na noite de sexta-feira, fizemos mini-bruschettas de três sabores: de tomate, cogumelos frescos e abobrinha com raiz de erva-doce. Aqui, como elas focaram apetitosas:

 Mini-bruschettas de cogumelos e limão siciliano

Mini-bruschettas de abobrinha e raiz de erva-doce 

Mini-bruschettas de tomate e manjericão
A todos, bon appétit!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Risoto de alcachofra - um "pedacinho do céu"





Então, no final de semana resolvemos testar uma das receitas do livro do Alex Atala e, em primeira mão, passo para vocês com muito prazer o que já é um dos meus pratos favoritos feitos pelo maridinho! A filha o descreveu como um "pedacinho do céu" e espero realmente que possamos servir com pompas aos nossos amigos, aproveitando que a unidade da alcachofra está baratinha esse mês. Por favor, tentem fazer em casa!

Risoto de alcachofra:


Para a alcachofra



Ingredientes

4 alcachofras grandes
50 ml de vinagre de vinho branco
5 l de água
20 g de sal

Preparo
1. Cozinhe as alcachofras na água com sal e vinagre.
2. Retire as pétalas do centro e descarte-as (o suficiente para poder abrir e tirar as fibras).
3. Resfrie em banho-maria de gelo e reserve.
4. Coe o líquido do cozimento e reserve.

Para o risoto

Ingredientes
20 g de manteiga
20 g de cebola picada
200 g de arroz arbóreo
200 ml de vinho branco seco
200 ml de caldo de legumes
500 ml do líquido do cozimento de alcachofras
100 g de coração de alcachofras em conserva picadas
100 g de manteiga sem sal
100 g de parmesão
sal
pimenta-do-reino
azeite de alcachofra (aqui, nossa dica: deixe os corações de alcachofra marinando algumas horas antes do preparo em um pouco de azeite. Escorra-os antes de iniciar a elaboração do prato e então, utilize esse azeite “aromatizado”).

Preparo
1. Em uma panela, derreta a manteiga.
2. Salteie a cebola em fogo baixo até ficar transparente.
3. Adicione o arroz e salteie por três minutos.
4. Coloque o vinho e deixe evaporar.
5. Adicione o caldo de legumes previamente aquecido. Cozinhe em fogo baixo, mexendo sempre.
6. Quando quase todo o líquido tiver sido absorvido, adicione mais. Repita o processo até o arroz estar al dente.
7. Junte as alcachofras em conserva.
8. Desligue o fogo e ponha a manteiga e o parmesão. Mexa bem.
9. Tempere com sal, pimenta e azeite de alcachofra.

Finalização
Esquente as alcachofras no restante do próprio líquido. Escorra bem. Coloque em um prato. Recheie com o risoto e sirva com bastante azeite de oliva.

A todos, bon appétit!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Chicken Biryani


Biryani é um termo persa que, se traduzido para nosso idioma, caberia algo próximo a "frito". Originário da Índia, ganhou também as mesas dos orientais de uma forma geral, sobretudo os árabes, que deram seu toque ao prato. Carnes, aves, frutos do mar ou legumes são algumas das variações do biryani e todas elas são feitas a partir da fritura do arroz basmati e de uma pasta à base de açafrão e iogurte. Tudo isso em uma mesma panela, lacrada com um pano limpo e em lento processo de cocção.
Aqui, a nossa receita de Chicken Biryani:

Ingredientes:
10 pedaços pequenos de frango (cerca de 800 gramas)
2 1/2 xícara(s) de arroz tipo longo (basmati)
3 xícaras de água
2 xícara(s) de iogurte natural
1 colher(es) de chá de cada de pimenta vermelha em pó
1 colher(es) de chá cúrcuma em pó
2 colher(es) de sopa de garam masala p/ frango
3 dentes de alho grandes
2 colher(es) de sopa gengibre picado
sal a gosto
1 cebola pequena picada finamente
1 cebola média cortada em pétalas
Sementes de cardamomo
Cravo-da-índia
folhas de coentro.

Com a ajuda de um mortar, faça uma pasta com o alho, gengibre e os demais temperos.
Faça cortes nos pedaços de frango. Em uma tigela, combine o iogurte, a pasta de temperos, a cebola picadinha e sal. Esfregue esta pasta sobre os pedaços de frango e deixe marinar por duas horas.



Aqueça um pouco de óleo de girassol em uma panela tipo wok. Acrescente a cebola em pétalas e frite por alguns segundos. Adicione o frango e sele-o levemente em fogo alto por cerca de 3 minutos.
Adicione o arroz aos poucos por cima do frango, coloque a água já aquecida e um pouco sal a gosto. Durante este processo, espalhe algumas sementes de cardamomo e cravo-da-índia. 


Cubra a panela com um pano limpo e tampe bem. Cozinhe em fogo bem baixo por 40 minutos.









Antes de servir, revire o conteúdo da panela, deixando os pedaços de frango por cima. Cubra com raminhos inteiros de coentro. Como acompanhamento, sirva o cacik (aquele molho de iogurte).

A todos, bon appétit!