sábado, 3 de maio de 2008

Voltando à colcha de retalhos



Eu, que sempre gostei desta comparação - um tanto infantil e obsoleta - da vida da gente ser tal qual à colcha de retalhos que a vovó tecia, antigamente, para as nubentes da família, não posso deixar de utilizá-la para falar dos dias últimos que temos vivido neste lar de aromas e sabores... casar com J. foi, para mim, não o arremate do último retalho de nossa colcha... não, não! Foi apenas a escolha perfeita de todos os retalhos para tecer a colcha! O tecer, ora vos digo, começa agora! Quem ainda não viu, corra na locadora e pegue para o domingo How to make an american quilt (para nós, Colcha de retalhos apenas), com Winona Ryder no papel desta que vos escreve (hehehe)! Apesar da água com açucar típica do gênero, o filme desenvolve uma tese sobre o se dar por inteiro ao outro, apesar dos medos, das tristezas, das fraquezas... e, não coincidentemente, tece a tal colcha de forma poética e delicada... um achado de 116 min (e reparem no maiô retrô da personagem, numa cena em que ela vai ao banho de piscina... eu ainda vou ter um igualzinhoooo)!

Agora, voltando ao casamento e tudo o mais, são tantas histórias a serem narradas que vamos fazer assim: eu começo pelo dia 19 (ainda sem fotos oficiais), J. toma as rédeas e fala da primeira parte da lua-de-mel, da qual (por motivos profissionais de ambas as partes) só foram desfrutados 5 diazinhos numa Buenos Aires de dar inveja ao coração latino-americano e, em seguida, ainda sobre a primeira parte da viagem, falo eu (dessa vez de forma cômica, já que conheço e admiro o texto sério e rebuscado de J.) sobre as crônicas dos dias de sol e perdição em Bs As.


Vamos ao resumo de tudo então...
K.

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